Aero Willys

O Aero Willys foi lançado em 25 de março de 1960 e tinha como característica pricipal o luxo. Pesado e potente, o carro atingiu 139km no teste da Revista Quatro Rodas, acelerando de 0 a 100 em 20 segundos, tinha um motor de seis cilindros em linha que gera 110cv de força e pesava 1500kg.

Hoje em dia não é tão dífícil encontrar um, aqui posto algumas fotos que tirei no ano passado num posto de gasolina na Av. Anhaia Melo, em São Paulo.

Anúncios

Willys Saci

Lendo os textos sobre os Salões do Automóvel realizados no Brasil, percebi o quanto ainda tenho pra pra aprender sobre a história do Automobilismo Nacional. Então, para aumentar minha “enciclopédia”, decidi escrever alguns posts que contem a história desses grandes carros, que eu admiro muito e que alavancaram a Indústria Automobilística Brasileira.

O Willys Saci no salão do Automóvel de 60. (Foto: Revista Quatro Rodas - Fev. 1961)

Vou tentar seguir uma ordem cronológica. O primeiro homenageado é Willys Saci, também chamado de Jeep Saci, lançado na 1ª Edição do Salão do Automóvel, em 1960.

O Saci foi um protótipo construido na plataforma da Rural, usava o mesmo motor, transmissão, eixos e frente; era uma “Rural Conversível”, não chegou a ser comercializado, mas serviu de base para muitos projetos de jeeps conversíveis, inclusive o americano Jeepster, que vendeu alguns milhares de unidades, mas não foi um sucesso de vendas.

Salão do Automóvel (7) – 5ª Edição – 1966

O 5° Salão do Aútomovel, realizado entre 26 de novembro e 11 de dezembro de 1966, coincidiu com o 10° aniversário da implantação da indústria automobilística no Brasil. Foi o ano do lançamento do Ford Galaxie, do Willys Itamaraty Executivo, do Simca Esplanada, do GT Puma e do anúncio de uma nova linha GM, o Chevrolet Opala.

Foi o salão dos protótipos esportivos: o F-3 e W-1300 Bino da Willys, o Carcará (recordista sul-americano de velocidade pura, com 214 km/h) da DKW-Vemag e o GT Onça da Malzoni. No setor dos ônibus, o destaque eram os monoblocos com poltronas-leito da Mercedes-Benz. Muitas novidades nas autopeças, como os faróis de iodo da Cibié.

Salão do Automóvel (4) – 2ª Edição – 1961

Na entrada do Salão, 14 Dauphines suspensos em armações metálicas. A cada dia, um desses era sorteado entre os visitantes do evento.

A 2ª edição do Salão do Automóvel foi realizada de 25 de novembro a 10 de dezembro de 1961. Nesta edição, a mostra passou a incluir os tratores e equipamentos agrícolas.

Suas principais atrações foram os primeiros modelos esportivos de série, como o Willys Interlagos (nas versões cupê, universal e berlineta); o primeiro modelo de concepção totalmente brasileira, o Centaurus, da Automóveis e Motores Centaurus, de Campinas/SP; o DKW Belcar; o utilitário DKW Candango; e o VW Sedan adaptado para táxi (que depois dominaria esse mercado).

Salão do Automóvel (3) – 1ª Edição – 1960

O Salão do Automóvel foi montado pela primeira vez em 1960,  entre 26 de novembro e 11 de dezembro daquele ano. Montado no Pavilhão da Indústria e do Comércio do Parque Ibirapuera, o evento recebeu 400 mil pessoas e reuniu as 12 montadoras existentes na época (Willys Overland, DKW-Vemag, General Motors, Ford, FNM, Simca, Volkswagen, Toyota, Romi-Isetta, International Harvester, Scania Vabis, Mercedes Benz) e uma centena de fabricantes de autopeças e acessórios.

Era a época do Aero Willys, do Renault Dauphine, da Rural Willys, da Kombi, do Simca Chambord e Presidence, do FNM 2000 JK e da Chevrolet Amazonas. E um protótipo conversível da Willys, o Saci.