Foto de Radar (13) – Ford F-1000

Resgatando algumas fotos antigas, achei esta F-1000 clicada em Osasco, não sei nem ao certo porque tirei foto dela, a foto é de março de 2009.

A explicação mais cabível é que, na época, estava com uma câmera recém adquirida e tirava foto do que via pela frente, e como esse gosto por carros não é de hoje…

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Fotos de Radar (12) – Ford Escort

De volta, a Foto de Radar mostra o meu Ford Escort Hobby 1995. Não é lá um clássico, mas é um ótimo carro, passamos bons momentos juntos e ele nunca me deixou na mão.

Ford Escort Hobby (Foto:Rafael Gaspar/Gasparov Images)

O fato é que o Escort está à venda, e quem se interessar pode entrar em contato através dos comentários ou no email blogdirafale@gmail.com.

Ficha Técnica:

Ford Escort Hobby 1.0 1994/1995
Gasolina
60 000 km Rodados
1ª Parcela IPVA 2012 paga.
A Partir de R$ 6 499,00

Foto de Radar (10)

Retomando a série de Fotos de Radar, que há algum tempo está longe, publico a foto que tirei no dia 22 de abril, a caminho de Paranapiacaba.

É uma pena não saber o nome deste caminhão, mas achei legal que acabei capturando dois tesouros: repare na Belina do outro lado da rua.

Saudades – Need for Speed II SE

Essa semana li no blog do meu irmão, o Gasparov Motorsport, uma matéria que ele fez sobre o primeiro jogo de corrida que tivemos contato na era digital, o Need For Speed II SE, da Electronic Arts – que viria a se tornar a EA Sports e daria sequência na saga do jogo. Nós perdíamos horas jogando, batíamos recordes e sabíamos as 8 pistas, salvo engano, decor e salteado, invertido ou simétrico.

Segue o Texto:

“Este foi o primeiro jogo de corrida que joguei para valer! E deve ser por isso que até hoje é um dos meus prediletos. Na primeira vez mal consegui correr no circuito oval, o mais fácil. Mas não era difícil pegar o jeito do jogo. Depois de correr, e vencer, em todas as pistas a graça era correr com traçado invertido. Ou então correr para bater o recorde da pista. o que era meu caso. Eu e meu irmão jogávamos, primeiro para vencermos um ao outro e aumentarmos nosso placar particular, e para quebrar o recorde um do outro. Desde essa época ele já era melhor que eu. Em quase todas as pistas a volta mais rápida era dele. Eu era mais regular e levava vantagem no tempo total da corrida.

As pistas, com variações de dificuldade, eram ótimas. Fazia praticamente todas as curvas usando freio de mão, a forma mais eficiente. As mais difíceis era a Mistic Peaks, no Himalaya, e outra que tinha uma série de cotovelos, se me lembro bem, era North Country. Gostava muito de uma que passava por um túnel e a linha de chegada era na praia, acho que era a Last Resort, no México. Esse era outro detalhe que muito legal, cada circuito tinha uma temática , com variação de ambientes no mesmo circuito. E os carros? Dividos em três categorias diferentes, tinha para todos os gostos. Tinha o Ford Indigo era leve, andava bem, mas se encostasse a roda em algo, rodava ou capotava. Gostava muito do Nazca C2, BMW, andava bem, era leve e tinha ótima estabilidade. O Jaguar XJ220 tinha um motorzão, andava bem mas era muito pesado. A vantagem éra quase nunca rodava. Quando os outros pilotos tentavam nos empurrar para fora da pista, ele era o único que continuava na tragetória. Tinha também a Ferrari F50 e a 355 F1, o Ford GT90 (releitura do clássico GT40). Mas o melhor de todos era o McLaren F1. Era quase um covardia correr com ele. Impossível perder com esse carro.

A trilha sonora, na corrida ou no menu, era o toque final. Variando de acordo com o local dos circuitos era sempre Heavy Metal e Eletônica. Conseguia conciliar muito bem com a adrenalina da disputa e da velocidade da corrida. Por último os vídeos. A introdução era sensacional e alguns carros, os mais rápidos ou sofisticados, tinha um vídeo de apresentação. O meu preferido é do Jaguar, pelo ambiente e a combinação da música Instrumental e Heavy Metal. Abaixo, todos os vídeos do jogo. É uma amostra do que falei neste último parágrafo. Bateu uma saudade…”

O mais legal era que instalamos o jogo em espanhol, e viajávamos com quando o narrador dizia: “Vuelta Más rápida!”, e a cada volta esperávamos apreensivos ele dizer: “Vuelta Récord!”, e quando ele dizia quase pulávamos de alegria. Outro ponto legal do jogo era o modo A Muerte, onde começávamos na pista oval, com 8 carros, e à medida que passavam as etapas o último colocado de cada uma delas era eliminado. Nós disputávamos a competição juntos, e geralmente a disputa ficava para a última etapa, na pista bônus, em Hollywood, onde travávamos um grande duelo. O eliminado recebia a seguinte mensagem do narrador espanhol: “Mui Márte, fue descalificado de la competición a muerte!” ou algo do tipo, peço desculpas aos espanhóis se escrevi errado.

Quando eu descobri os códigos do jogo, ficou ainda mais legal, dependendo o código que colocávamos, podíamos correr com troncos de árvore, veículos do tráfego, como ônibus escolares, caminhões, além das barracas de pipoca, carroças, bondes e qualquer outro  objeto móvel do cenário do jogo.

Bons tempos, aqueles…

Foto de Radar (7)

Esta é especial, foi tirada em 12/12/2009, a caminho do Autódromo de Interlagos, onde íamos pela primeira vez assistir a Classic Cup, na ocasião, assistimos a última etapa do campeonato.

Mustang Mach 1 (Foto: Rafael Gaspar/Gasparov Images)

Este Mustang Mach 1 também estava a caminho do circuito, pois logo após a corrida da Classic Cup, foi possível vê-lo correr no Campeonato de Regularidade.

Foto de Radar (3)

A série Foto de Radar está fazendo mais sucesso do que o planejado, desde a  sua criação, no dia 28/12, já recebi várias fotos, umas delas foi a Variant do post anterior, publicado por meu irmão, na mais nova parceria da internet.

Esta série vai ser mais dinâmica que eu pensava, mas assim é melhor. Pra hoje temos um Scania 113 clicado pelo nosso colaborador Rafael Franceschini na Avenida do Estado, em São Paulo.

Scania 113 (Foto: Rafael Franceschini/Gasparov Images)

Placa Preta

Carros com Placa Preta são um espetáculo! Manter um carros com 85% de originalidade por mais de 30 anos não é fácil. Antigamente, eu achava que placa preta era sinônimo de raridade, é quase isso, mas há carros não tão raros que têm ela na lataria. Aos poucos fui entendendo mais sobre carros antigos e nasceu em mim a vontade de ter um carro placa preta, de preferência um Ford Del Rëy.

Mas como faço para colocar uma placa preta no meu carro? Dei uma fuçada na internet e achei, no blog Intrometeusa uma lista completa dos requisitos e obrigações para reemplacar o carro. E me surpreendi, não é caro! o Custo é de, em média, R$70 e a unica exigência é manter o carro original.

Abaixo, reproduzo na íntegra o post do blog supracitado, lá também é possível conferir uma lista de clubes de autos antigos, onde é possível obter o certificado de originalidade e dois modelos de documento disponíveis pra download.

O que é placa preta?

A placa preta e a identificação de um carro de coleção…

Porque foi criada placa preta?

Foi criada devido aos antigomobilistas não poderem trafegar com seus carros antigos, pois um carro de 30 anos atrás não poderia se enquadrar na atual legislação de transito brasileira, então a placa preta foi criada, com a placa de fundo preto e os caracteres cinzas…

Quando foi criada placa preta?

Foi criada em 1998, após varias propostas e documentações rolando para tentar criar um sistema intermediário entre os clubes de carros antigos e o CONTRAN

Vantagem de um carro placa preta

-Dispensa de inspeção
-Livre tráfego pelo território brasileiro
-Apenas o dever de manter a originalidade
-Valor histórico

Como conseguir placa preta?

– Ser proprietário de veiculo com mais de 30 anos de fabricação para obter placa preta
– Filiar-se à algum Clube de Veículos Antigos.
– Submeter o veículo a uma vistoria pela comissão técnica deste Clube.
– Conseguir obter nesta vistoria uma pontuação igual ou superior a 80% de originalidade.
– Assinar Termo de Responsabilidade

Documentos necessários para ter placa preta:

– Cópia simples do RG
– Cópia simples do DUT (documento do veículo)
– 6 fotos sendo elas frente, trás, 2 laterais, motor e painel

Quanto custa para conseguir placa preta?

Os clubes, para cobrir gastos (fotos, papel, emissão de identidade, etc.), cobram taxas para realizar a vistoria e emitir o Certificado de Originalidade. O valor varia de clube para clube, geralmente o CCAL cobra uma taxa de R$ 70,00 (R$ 30,00 para vistoria e R$ 40,00 para emissão do Certificado de Originalidade e Identidade de Veículo de Coleção).

Como ter um clube de carros antigos?

Você precisa de tais documentos para ter carros antigos:

– Cópia autenticada do Estatuto Social do Clube, devidamente registrado em Cartório.
– Cópia autenticada da 1ª Reunião de Constituição do Clube
– Cópia autenticada da última Ata de Eleição, devidamente registrado em Cartório.
– Cópia do CNPJ

Endereço para envio da documentação:

Ao
DENATRAN – DEPTO. NACIONAL DE TRÂNSITO.
Esplanada dos Ministérios – Bloco T, Anexo II – 5° andar.
Brasília – DF
CEP: 70064-900

Não precisa estar filiado em algum órgão a mais para se tornar um clube de carros antigos…

Após análise do Requerimento e da documentação, o Denatran expede a Portaria e a publica no Diário Oficial da União. Para consultar se a Portaria já foi expedida, entre no site do DENATRAN

Certificado de originalidade:

Deve conter itens da Resolução de nº 56 do CONTRAN, porém a disposição dos mesmos fica a critério do Clube.

É interessante que os Certificados sejam numerados e impressos em pelo menos quatro vias (duas para o proprietário, uma para arquivo do Clube e uma para ser enviada ao Denatran).

Na Portaria a ser obtida pelo Clube existe a obrigatoriedade do envio anual do controle de emissão dos Certificados de Originalidade ao Denatran – Brasília.

Validade do certificado de originalidade

Nada ainda estabelecido pelo CONTRAN, é de em média 4 anos, mas o clube estabelece o melhor…

O proprietário deverá submeter o veículo à nova avaliação por parte do Clube, sendo que, o processo e a documentação exigida, serão as mesmas da anterior.

Romi-Isetta

A Romi-Isetta só não foi o primeiro Automóvel produzido no Brasil porque não tinha a segunda porta, o motorista entra, literalmente, pela frente do veículo, Sob a liçença da Italiana ISO, era fabricado por Máquinas Agrícolas Romi S.A., de Santa Bárbara D’Oeste,  e tinha espaço para duas pessoas.

Romi-Isetta 1959

Tinha 2,28m de comprimento, 1,38m de altura e 350kg. Era impulsionado por um motor 2 tempos, nas primeiras edições, e 4 tempos nas versões com motor BMW de 300cc e 13HP, consumia cerca de 25km/l e atingia a velocidade máxima de 85km/h.

O carro foi produzido entre 1956 e 1961, foram feitas cerca de 3000 unidades.