Foto de Radar (6)

Em mais uma colaboração do amigo Rafael Franceschini, um Porsche 911 Targa, 1978, Placa Preta, fotografado no Instituto Butantan, no Bairro do Butantã, em São Paulo.

Porsche 911 Targa (Foto: Rafael Franceschini)

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Fotos de Radar (4)

Seguindo nossa sequência de fotos urbanas, esta foi tirada no último dia 15, no Largo de Osasco…

Volkswagen Variant (Foto: Rafael Gaspar/Gasparov Images)

Foto de Radar (3)

A série Foto de Radar está fazendo mais sucesso do que o planejado, desde a  sua criação, no dia 28/12, já recebi várias fotos, umas delas foi a Variant do post anterior, publicado por meu irmão, na mais nova parceria da internet.

Esta série vai ser mais dinâmica que eu pensava, mas assim é melhor. Pra hoje temos um Scania 113 clicado pelo nosso colaborador Rafael Franceschini na Avenida do Estado, em São Paulo.

Scania 113 (Foto: Rafael Franceschini/Gasparov Images)

Foto de Radar (2)

Estreando neste blog, resgato essas fotos de 2008.

Encontrei esta bela Variant na Rodovia Presidente Dutra ao voltar do trabalho com meu pai. Como estava de passageiro, e avistei-a de longe, foi fácil tirar algumas fotos.

O carro, dirigido por um senhor, estava impecável e dava gosto de ver.

Volkswagem Variant (Rodolfo Gaspar/Gasparov Images)

2011!

É Claro que eu não perderia a oportunidade de fazer este trocadilho né? Feliz 2011, feliz 2011 visitas!!

Para brindar o novo ano e a conquista dessa marca, publico a foto que recebi do Leitor mais assíduo e colaborador deste Blog, o Rafael Franceschini, dono do Del Rey que quase já é a cara do Blog.

Relógio Digital do Del Rey (Foto: Rafael Franceschini)

Pode não significar nada, mas eu gostei muito. O Relógio Digital, marca registrada do Del Rey!

Ford Del Rëy (2)

Lembram do Ford Del Rey que eu postei por aqui no dia 23 de agosto? pois é, uma paixão dessas não é fácil de esquecer, ainda mais quando você conhece o dono e a história do carro.

Del Rey do Rafael (Foto: Rafael Franceschini)

Este Del Rey é de Santo André, seu antigo dono morreu em 1990, deixando-o como herança. Foram 18 anos parado na garagem de um prédio, até um amigo do Rafael Franceschini, atual dono, encontrá-lo. Estava com algumas partes travadas e os pneus já haviam se desintegrado, mas contava com a bagatela de 44 000 km rodados, quem conhece um pouco disso sabe que um carro com essa idade e essa quilometragem vale muito. O Del Rey é 1983 e atualmente conta com 50 500 km rodados, fazendo uma conta rápida são apenas cerca de 1800 km/ano… tá zerado.

Agora que acompanho a história deste carro, só aumenta minha saudade daquele que meu pai teve, e multiplicam-se as lombrigas para comprar um igual!

Placa Preta

Carros com Placa Preta são um espetáculo! Manter um carros com 85% de originalidade por mais de 30 anos não é fácil. Antigamente, eu achava que placa preta era sinônimo de raridade, é quase isso, mas há carros não tão raros que têm ela na lataria. Aos poucos fui entendendo mais sobre carros antigos e nasceu em mim a vontade de ter um carro placa preta, de preferência um Ford Del Rëy.

Mas como faço para colocar uma placa preta no meu carro? Dei uma fuçada na internet e achei, no blog Intrometeusa uma lista completa dos requisitos e obrigações para reemplacar o carro. E me surpreendi, não é caro! o Custo é de, em média, R$70 e a unica exigência é manter o carro original.

Abaixo, reproduzo na íntegra o post do blog supracitado, lá também é possível conferir uma lista de clubes de autos antigos, onde é possível obter o certificado de originalidade e dois modelos de documento disponíveis pra download.

O que é placa preta?

A placa preta e a identificação de um carro de coleção…

Porque foi criada placa preta?

Foi criada devido aos antigomobilistas não poderem trafegar com seus carros antigos, pois um carro de 30 anos atrás não poderia se enquadrar na atual legislação de transito brasileira, então a placa preta foi criada, com a placa de fundo preto e os caracteres cinzas…

Quando foi criada placa preta?

Foi criada em 1998, após varias propostas e documentações rolando para tentar criar um sistema intermediário entre os clubes de carros antigos e o CONTRAN

Vantagem de um carro placa preta

-Dispensa de inspeção
-Livre tráfego pelo território brasileiro
-Apenas o dever de manter a originalidade
-Valor histórico

Como conseguir placa preta?

– Ser proprietário de veiculo com mais de 30 anos de fabricação para obter placa preta
– Filiar-se à algum Clube de Veículos Antigos.
– Submeter o veículo a uma vistoria pela comissão técnica deste Clube.
– Conseguir obter nesta vistoria uma pontuação igual ou superior a 80% de originalidade.
– Assinar Termo de Responsabilidade

Documentos necessários para ter placa preta:

– Cópia simples do RG
– Cópia simples do DUT (documento do veículo)
– 6 fotos sendo elas frente, trás, 2 laterais, motor e painel

Quanto custa para conseguir placa preta?

Os clubes, para cobrir gastos (fotos, papel, emissão de identidade, etc.), cobram taxas para realizar a vistoria e emitir o Certificado de Originalidade. O valor varia de clube para clube, geralmente o CCAL cobra uma taxa de R$ 70,00 (R$ 30,00 para vistoria e R$ 40,00 para emissão do Certificado de Originalidade e Identidade de Veículo de Coleção).

Como ter um clube de carros antigos?

Você precisa de tais documentos para ter carros antigos:

– Cópia autenticada do Estatuto Social do Clube, devidamente registrado em Cartório.
– Cópia autenticada da 1ª Reunião de Constituição do Clube
– Cópia autenticada da última Ata de Eleição, devidamente registrado em Cartório.
– Cópia do CNPJ

Endereço para envio da documentação:

Ao
DENATRAN – DEPTO. NACIONAL DE TRÂNSITO.
Esplanada dos Ministérios – Bloco T, Anexo II – 5° andar.
Brasília – DF
CEP: 70064-900

Não precisa estar filiado em algum órgão a mais para se tornar um clube de carros antigos…

Após análise do Requerimento e da documentação, o Denatran expede a Portaria e a publica no Diário Oficial da União. Para consultar se a Portaria já foi expedida, entre no site do DENATRAN

Certificado de originalidade:

Deve conter itens da Resolução de nº 56 do CONTRAN, porém a disposição dos mesmos fica a critério do Clube.

É interessante que os Certificados sejam numerados e impressos em pelo menos quatro vias (duas para o proprietário, uma para arquivo do Clube e uma para ser enviada ao Denatran).

Na Portaria a ser obtida pelo Clube existe a obrigatoriedade do envio anual do controle de emissão dos Certificados de Originalidade ao Denatran – Brasília.

Validade do certificado de originalidade

Nada ainda estabelecido pelo CONTRAN, é de em média 4 anos, mas o clube estabelece o melhor…

O proprietário deverá submeter o veículo à nova avaliação por parte do Clube, sendo que, o processo e a documentação exigida, serão as mesmas da anterior.

Romi-Isetta

A Romi-Isetta só não foi o primeiro Automóvel produzido no Brasil porque não tinha a segunda porta, o motorista entra, literalmente, pela frente do veículo, Sob a liçença da Italiana ISO, era fabricado por Máquinas Agrícolas Romi S.A., de Santa Bárbara D’Oeste,  e tinha espaço para duas pessoas.

Romi-Isetta 1959

Tinha 2,28m de comprimento, 1,38m de altura e 350kg. Era impulsionado por um motor 2 tempos, nas primeiras edições, e 4 tempos nas versões com motor BMW de 300cc e 13HP, consumia cerca de 25km/l e atingia a velocidade máxima de 85km/h.

O carro foi produzido entre 1956 e 1961, foram feitas cerca de 3000 unidades.

Renault Dauphine

Lançado em 1956, o Renault Dauphine tinha como promessa ser um carro econômico. Era pequeno, possuia motor traseiro de 845cm³ que desenvolvia 31cv força, o cambio de três marchas, com a primeira não sincronizada, exigia que o motorista acelerasse um pouco mais para conseguir subir em segunda, pois não era difícil o carro suplicar uma a primeira marcha, que só entrava com o carro parado. Quem fosse dirigir esse carro, precisava de muita paciência, nos testes da Revista Quatro Rodas demorou longos 48 segundos para atingir os 100km/h, e registrou máxima de 116,5km/h, mas cumpria sua promessa: fazia 15,1km/l.

No seu interior, o painel era simples, com um velocímetro com escala semicircular de 10 a 130 km/h, os pedais eram próximos e pequenos, os comandos eram, na sua maioria, acionados através de alavancas e contava com um banco, de fina espessura, razoavelmente confortável.

Fusca Joaninha

No dia 7 de setembro, em homenagem à Independência Nacional postei a foto que tirei no Desfile Cívico de 2009, nela havia um Corcel da Polícia Militar. Eu não sabia a época que esses carros andaram.


Essa semana responderam minha pergunta, o Flavio Gomes postou no seu blog um Fusca com as mesmas características, trata-se das Joaninhas, as viaturas que tiveram seu auge na década de 70. Continuo com a mesma opinião: Eu daria tudo para voltar no tempo e vê-las nas ruas!